Como superar a fadiga mental?

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Fadiga ao despertar, dificuldade de concentração, irritabilidade. Estes sinais de desgaste mental devem ser levados a sério!

O psicólogo, Emmanuel Delcourt, que atualmente está organizando um seminário sobre cansaço mental, observa que o cansaço mental se tornou uma queixa recorrente entre seus pacientes.

Ele mesmo, admite que sofre deste sintoma: Estamos cansados de ter que nos apresentar constantemente como autoempresários dinâmicos quando vemos que o horizonte de possibilidades parece bloqueado.

O mundo está mudando muito rápido, e demevos mudar com ele, mesmo se não quisermos.

Contudo, existem algumas formas de diminuir esse sentimento de esgotamento, por isso, existe suplemento bom para o cansaço mental, e diversas outras formas de reduzir este problema, basta ficar ligado nos seus sintomas.

Seu trabalho está prejudicando você?

O fato é que o esgotamento, definido pela Academia Nacional de Medicina como um “estado de exaustão psicológica, cognitiva e física“, está se tornando uma das patologias mais conhecidas.

Estes têm um impacto negativo sobre a auto-estima. O resultado é uma forma de exaustão mental que é o oposto de uma fadiga saudável.

trabalho

Semelhante ao burn-out, a fadiga “compassiva” afeta os voluntários de associações humanitárias ou de proteção animal. Deprimidos pela impossibilidade de alcançar resultados satisfatórios, acabam se refugiando atrás de uma máscara de indiferença, para não afundar completamente.

David Le Breton, pesquisador e professor de sociologia em Estrasburgo, também atribui este cansaço psicológico, cada vez mais presente em nossa vida diária, à perda de sentido e de pontos de referência.

Se nossas condições de vida são sem dúvida melhores que as de nossos ancestrais, elas não nos livram do essencial, que consiste em dar sentido e valor à nossa existência, em nos sentirmos ligados aos outros, em sentir que temos nosso lugar, escreve ele em Disparaître de soi (Métailié).

O indivíduo também se esgota em ser permanentemente alcançável, em estar hiper-conectado. Você tem que estar disponível para sua família, seus filhos, seus colegas, nunca totalmente desconectado.

Daí, segundo o pesquisador, o surgimento da necessidade de apagar-se: o desejo de desaparecer no sono ou na natureza, de tirar férias, de sair uns dos outros por um tempo ou de cortar radicalmente pontes.

Tempo para permitir que esta “ruptura” se torne um momento frutífero para inventar novas soluções – para viver e trabalhar de forma diferente. O essencial é permitir-se ouvir a si mesmo, deixar de tomar conta de si mesmo o tempo todo.

Você sente falta da energia?

A fadiga é antes de tudo uma sensação, um estado que percebemos imediatamente como anormal, uma queda de energia.

É uma mensagem do cérebro para todo o organismo para significar: “Cuidado com o perigo, algo suspeito está alterando esta totalidade psicossomática que é o indivíduo”.

Quer seja brutal ou se instale gradualmente, nunca deve ser negligenciado desde que não desapareça com algumas boas noites de sono e se prolongue com o tempo.

Entretanto, não é tão simples distinguir entre fadigas e fadiga psíquica porque, mesmo que seja puramente mental, conseqüência de estresse repetido, de eventos experimentados emocionalmente, ela se traduz em manifestações corporais: tensões musculares, um mal-estar difuso.

Entretanto, a fadiga ligada a uma infecção ou desordem biológica aumenta ao longo do dia.

Enquanto a fadiga psicológica aparece assim que se acorda, acompanhada de irritabilidade, dificuldade de concentração, uma sensação de desânimo diante das tarefas a serem realizadas, e diminui com o passar das horas.

Na hora de dormir, muitas vezes ela desaparece. Não é raro que o descanso piore a situação.

Aqui vão alguns sintomas que você tem que prestar atenção:

  1. Desânimo;
  2. Cansaço excessivo;
  3. Sonolência;
  4. Insônia;
  5. Perda de memória;
  6. Irritabilidade;
  7. Dificuldades de concentração.

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